segunda-feira, 26 de maio de 2014

Ubik, Philip K. Dick



[Lido com a Tati, do blog No País das Entrelinhas]

Título: Ubik
Título Original: Ubik
Escritor: Philip K. Dick (Estados Unidos)
Ano de Publicação: 1969
Editora: Aleph
Páginas: 238
Gênero: Ficção Científica

O local é a Terra. O ano é 1992 (futuro, considerando a data em que o livro foi escrito). Dois grandes tipos de corporações competem no mercado de consumo: de um lado, as que empregam homens com talentos psíquicos capazes de fazer espionagem industrial e empresarial e, de outro lado, as que empregam homens com contra-talentos, capazes de neutralizar essa espionagem. Em Ubik acompanhamos o trabalho de uma das melhores dessas corporações de contra-talentos, chamadas agências de prudência. Contudo, quando essa empresa recebe uma proposta de trabalho irrecusável, mergulhamos em mundo muito mais complicado do que imaginávamos.
sexta-feira, 23 de maio de 2014

Minhas Séries da BBC (e alguns extras)




Séries e filmes mencionados no vídeo:

  • Orgulho e Preconceito, BBC, 1995
  • Persuasão, BBC, 2007 
  • Razão e Sensibilidade, BBC, 2008
terça-feira, 20 de maio de 2014

A Letra Escarlate, Nathaniel Hawthorne


[Livro lido para o Fórum Literário Entre Pontos e Vírgulas]

Título: A Letra Escarlate
Título Original: The Scarlet Letter
Escritor: Nathaniel Hawthorne (Estados Unidos)
Ano de Publicação: 1850
Editora: Companhia das Letras (selo Penguin)
Páginas: 329

Apesar A Letra Escarlate ter sido escrito no século XIX, a história ocorre duzentos anos antes, no século XVII, na recém fundada cidade de Salém, localizada no nordeste dos Estados Unidos. A heroína é Hester Prynne, condenada pelos puritanos da época a usar em seu peito uma letra escarlate que simboliza o pecado do adultério por ela cometido. Hester passa a viver então em um chalé nos arredores da cidade com uma única companhia: sua filha Pearl, fruto da união que a levou a ser punida.
sábado, 17 de maio de 2014

Os Próprios Deuses, Isaac Asimov


Título: Os Próprios Deuses
Título Original: The Gods Themselves
Escritor: Isaac Asimov (russo, naturalizado americano)
Ano de Publicação: 1972
Editora: Aleph
Gênero: Ficção Científica
Páginas: 367

"Contra a estupidez, os próprios deuses lutam em vão". Foi a partir dessa citação do escritor alemão Friedrich Schiller que Isaac Asimov criou a história de Os Próprios Deuses, livro ganhador do prêmio Nebula em 1972 e do prêmio Hugo em 1973. O livro é dividido em três partes interdependentes. A primeira parte do livro - "Contra a estupidez" - nos apresenta à Bomba de Elétrons, uma fonte de energia capaz de revolucionar a vida na Terra, mas que depende do intercâmbio de matéria com outro planeta. A segunda parte - "os próprios deuses" - mostra a vida nesse planeta do qual passamos a depender energeticamente. A terceira parte - "lutam em vão?" -, que se passa na lua, explora as tentativas de resolver os problemas decorrentes da bomba de elétrons.
quinta-feira, 15 de maio de 2014

Leituras de Abril de 2014 (e Lendo em Maio) - Vídeo(s)



Livros lidos em abril de 2014: vídeo expresso
segunda-feira, 12 de maio de 2014

Tag: Apocalipse Zumbi



O Carlos, do blog Cantina do Livro, me convidou para fazer essa Tag chamada Apocalipse Zumbi. Eu tenho a impressão de que ela é baseada na série "The Walking Dead", mas não tenho certeza porque nunca assisti...

Considerando que se abateu sobre nós o tão antecipado Apocalipse Zumbi, que equipe de sobrevivência você montaria com 10 personagens de livros? Você tem que escolher os personagens com base nas seguintes categorias:
terça-feira, 6 de maio de 2014

Daytripper, Fábio Moon e Gabriel Bá


Título: Daytripper
Criadores: Fábio Moon e Gabriel Bá (Brasil)
Ano de Publicação: 2010
Editora: Panini Comics (selo Vertigo)
Gênero: Grafic Novel/HQ


Mais do que uma história para ser lida, Daytripper é uma história para ser sentida. O pano de fundo dessa belíssima novela gráfica é a vida de Brás de Oliva Domingos, jornalista, escritor e paulistano. Cada capítulo mostra uma importante fase da vida de Brás e recebe como título a idade que ele tinha na época, mas a ordem cronológica não é respeitada, o que permite ao leitor montar aos poucos o quebra-cabeças. A verdadeira história que Daytripper conta, entretanto, é a da vida, com todas as suas alegrias e tristezas, e a do seu maior personagem: o tempo.

Daytripper não seria o que é se não fosse uma história em quadrinhos. E isso porque as imagens, aqui, têm uma força avassaladora. Os momentos mais emocionantes da história muitas vezes dispensam qualquer palavra e sentimos o que Brás sente por suas expressões faciais e pelos ângulos que seu corpo assumem. Fábio Moon e Gabriel Bá dizem que Daytripper é uma história de silêncios. Eu diria que Daytripper é uma história de silêncios eloquentes e, acima de tudo, belos. Essa é uma história que pode ser apreciada tanto pelo que ela diz quanto pelo que ela não diz.